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5 de março de 2026MANIFESTAÇÃO DA SBFTE SOBRE A POLILAMININA E O TRATAMENTO DE LESÕES MEDULARES
A Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental (SBFTE), em consonância com a SBPC, ABC e ABN, manifesta cautela quanto à divulgação e ao uso da Polilaminina em lesões medulares.
A SBFTE destaca os seguintes pontos essenciais:
– Ausência de Evidência Clínica Final: A Polilaminina é uma substância em estágio experimental. Não existem, até o momento, ensaios clínicos de Fase III que comprovem sua eficácia e segurança para uso rotineiro em humanos.
– Rigor Científico e Regulatório: O entusiasmo com a inovação nacional não substitui o cumprimento das etapas da Anvisa e do sistema CEP/CONEP. A aplicação via judicialização ou “uso compassivo” sem protocolos rigorosos expõe pacientes a riscos desconhecidos e compromete a coleta de dados científicos válidos.
– Responsabilidade na Comunicação: A divulgação prematura de resultados isolados gera expectativas desproporcionais em pacientes vulneráveis. Avanços terapêuticos devem ser validados por revisão por pares e fóruns técnicos antes de chegarem ao público como solução definitiva.
A SBFTE reafirma que a Polilaminina não possui registro sanitário para uso clínico. Embora reconheça o potencial dessa pesquisa brasileira, a Sociedade defende que o respeito ao tempo da ciência e aos marcos regulatórios é a única via para garantir uma terapêutica segura e ética.
São Paulo, 28 de fevereiro de 2026.
Diretoria da SBFTE
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